UM DIA VOCÊ VAI PRECISAR…. CHARGE

 

CHARGE

Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. Muito utilizadas em críticas políticas no Brasil. Apesar de ser confundido com cartoon (ou cartum), que é uma palavra de origem inglesa, é considerado como algo totalmente diferente, pois ao contrário da charge, que sempre é uma crítica contundente, o cartoon retrata situações mais corriqueiras do dia-a-dia da sociedade.
Mais do que um simples desenho, a charge é uma crítica político-social onde o artista expressa graficamente sua visão sobre determinadas situações cotidianas através do humor e da sátira. Para entender uma charge não precisa ser necessariamente uma pessoa culta, basta estar por dentro do que acontece ao seu redor. A charge tem um alcance maior do que um editorial, por exemplo, por isso a charge, como desenho crítico, é temida pelos poderosos. Não é à toa que quando se estabelece censura em algum país, a charge é o primeiro alvo dos censores.
O termo charge vem do francês charger que significa carga, exagero ou, até mesmo ataque violento (carga de cavalaria). Isto significa aqui uma representação pirctográfica de caráter, como diz no primeiro parágrafo, burlesco e de caricaturas. É o cartoon, mas que satiriza um certo fato, como idéia, acontecimento, situação ou pessoa, envolvendo principalmente casos de caráter político que seja de conhecimento do público.
As charges foram criadas no princípio do século XIX (dezenove), por pessoas opostas a governos ou críticos políticos que queriam se expressar de forma jamais apresentada, inusitada. Foram reprimidos por governos (principalmente impérios), porém ganharam grande popularidade com a população, fato que acarretou sua existência até os tempos de hoje-em-dia.
 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Charges
http://fabricarica.2it.com.br/
 
MAIS UMA VISÃO DO ASSUNTO…. 
O que é a charge?
O termo charge é proveniente do francês “charger” (carregar, exagerar). Sendo fundamentalmente uma espécie de crônica humorística, a charge tem o caráter de crítica, provocando o hilário, cujo efeito é conseguido por meio do exagero. Ela se caracteriza por ser um texto visual humorístico e opinativo, que critica um personagem ou fato específico.
Segundo Rabaça e Barbosa, A charge é um tipo de cartum “cujo objetivo é a crítica humorística de um fato ou acontecimento específico, em geral de natureza política”. (Rabaça e Barbosa, 1978: 89) De acordo com os autores do Dicionário de comunicação, uma boa charge deve procurar um assunto atual e ir direto onde estão centradas a atenção e o interesse do público leitor. RABAÇA (1978).
A construção da charge é também muitas vezes baseada na remissão a outros textos, verbais ou não. O que a torna singular é o modo perspicaz com que demonstra sua capacidade de congregar, num jogo de polifonia e ambivalência, o verso e o reverso do que tematiza.
Segundo Bakhtin:
O que caracteriza a polifonia é a oposição do autor como regente do grande coro de vozes que participam do processo dialógico. Mas esse regente é dotado de um ativismo especial, rege vozes que ele cria ou recria, mas deixa que se manifestem com autonomia e revelem no homem um outro “eu para si” infinito e inacabável. Trata-se de uma “mudança radical da posição do autor em relação às pessoas representadas, que de pessoas coisificadas se transformam em individualidades.
A polifonia se define pela convivência e pela interação, em um mesmo espaço do romance, de uma multiplicidade de vozes e consciências independentes e imiscíveis, vozes plenivalentes e consciências eqüipolentes, todas representantes de um determinado universo e marcadas pelas peculiaridades desse universo. Essas vozes e consciências não são objetos do discurso do autor, são sujeitos de seus próprios discursos. A consciência da personagem é a consciência do outro, não se objetifica, não se torna objeto da consciência do autor, não se fecha, está sempre aberta à interação com a minha e com outras consciências e só nessa interação revela e mantém sua individualidade. Essas vozes possuem independência excepcional na estrutura da obra, é como se soassem ao lado da palavra do autor, combinando-se com ela e com as vozes de outras personagens. (Bakhtin; 194 e 195)
Dessa maneira, o chargista – por meio do desenho e da língua – utiliza o humor para buscar o que está por trás dos fatos e personagens de que se trata. Ele afirma e nega ao mesmo tempo, obrigando o leitor a refletir sobre fatos e personagens do mundo atual, a interagir com uma intertextualidade.
Em relação à intertextualidade:
…a intertextualidade diz respeito aos modos como a produção e recepção de um texto dependem do conhecimento que se tenha de outros textos com os quais ele, de alguma forma, se relaciona. (KOCH, 2000).
As atividades do leitor e do escritor se intercambiam e o objeto texto, que resulta do tecido de significados tramado por ambos, se apresenta como um espaço em movimento, um móbile sempre aberto a diferentes configurações. Todo texto é, assim, um espaço de confluência de múltiplas vozes. (CAMPOS, 1997)
A charge é um tipo de texto atraente aos olhos do leitor; afinal, enquanto a imagem é de rápida leitura, transmitindo múltiplas informações de uma só vez. No entanto, o leitor do texto chárgico tem que estar bem informado acerca do tema abordado, para que possa compreender e captar seu teor crítico. Afinal, ali está focalizada e sintetizada uma certa realidade. E somente os que conhecem essa realidade efetivamente entendem a charge.
Segundo o artigo do site www.fabricarica.2it.com.br, por Stegun.
A charge relata um fato ocorrido em uma época definida, dentro de um determinado contexto cultural, econômico e social específico e que depende do conhecimento desses fatores para ser entendida. Fora desse contexto ela provavelmente perderá sua força comunicativa, portanto é perecível. Justamente por conta desta característica, a charge tem um papel importantíssimo como registro histórico. (fabricarica, 2005)
Fernando Moretti diz que:
As charges são temporais e a gente só pode vender naquele momento preciso. (Moretti, 2004).
Segundo Ernani Diniz Lucas em entrevista para Memória da imprensa carioca:
…a charge tem mais afinidade com os temas políticos e podem ter um sentido mais partidário, pode-se pinçar um ângulo diferente entre os partidos, entre os políticos que estão ligados ao poder ou à oposição. (Diniz, 2002)
http://www.filologia.org.br/ixcnlf/5/03.htm
 

Como produzir um trabalho escolar

Quando temos um trabalho escolar para fazer, geralmente ficamos preocupados, principalmente quando é preciso fazer uma pesquisa detalhada, e você tem que saber como organizar as idéias para não deixar o trabalho confuso.
Mas não se preocupe, nós damos algumas dicas para você elaborar um trabalho da melhor maneira.
Inicialmente é preciso ter um breve conhecimento do tema, e o que vai precisar pesquisar sobre ele, geralmente o professor solicita o que ele quer que tenha no trabalho sobre aquele tema, se não for solicitado desta forma, faça uma relação sobre os temas que serão desenvolvidos no seu trabalho, mas procure ser bem objetivo, aponte as partes que são realmente importantes.
Quando já estiver com o tema definido, você pode iniciar a sua pesquisa através da internet, livros, enciclopédias, e se for um tema atual até mesmo em jornais e revistas.
Depois que você já possuir uma boa quantidade de materiais, comece a ler, e vá anotando as partes mais importantes. Quando estiver compreendido, pode se preparar para começar a escrever.
Para que o trabalho fique bem organizado e mais simplificado de fazer, divida-o em três partes: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.
Na introdução você vai apresentar o tema, definir o que é, e vai mostrar brevemente o que o trabalho vai abordar.
O desenvolvimento é o corpo do trabalho, é onde você vai colocar toda a sua pesquisa, todas informações que tem sobre o tema. Mas tome cuidado com a com a coerência do texto, procure colocar as informações de uma maneira organizada.
A conclusão é onde você vai colocar o que você concluiu fazendo o trabalho, tudo o que você aprendeu sobre o tema.
No final do trabalho deve conter a bibliografia, por isso é importante anotar os nomes dos livros, jornais, revistas, sites, e outras fontes que você pesquisou.
Nunca se esqueça de estar sempre focando no seu tema, para não desviar o assunto e acabar abordando temas que não fazem parte do objetivo do trabalho.
Atenção: Tome muito cuidado com a ortografia, na hora de redigir o trabalho.
Para ter certeza de que o trabalho está pronto, releia todas as partes, para confirmar que não está faltando nenhuma informação e que não há nenhum erro de ortografia.
http://www.colegioweb.com.br/orientacao/como-produzir-um-trabalho-escolar
Como fazer um resumo
 Um resumo é a apresentação sucinta das ideias principais de um texto mais extenso, mas tendo todas as ideias fundamentais. Para tal devem eliminar-se os aspectos secundários.
Por vezes, parece-te que um texto é demasiado grande e que tem informação “a mais”. Verás que a tarefa de estudar fica bem mais simplificada se utilizares esta técnica.
Características de um bom resumo:
 Brevidade – só contém as ideias principais. Os pormenores não são incluídos.      Rigor e clareza – exprime as ideias fundamentais do texto, de uma forma coerente e clara, e que respeite o pensamento do autor.

   Linguagem pessoal – não se copia frases do texto; exprime-se as ideias principais por palavras nossas.
  Resumir corretamente:
 - Lê o texto e tenta compreendê-lo, identificando as ideias principais parágrafo a parágrafo; Para isso, recorre aos sublinhados e aos esquemas, que ajudarão a organizar o texto e os parágrafos- Começa a escrever o teu resumo, respeitando o conteúdo do texto e o pensamento do autor.  Não incluas pormenores desnecessários, substitui ideias repetidas ou semelhantes por uma única ideia-chave utilizando a tua própria linguagem.
- Lê o teu resumo e avalia-o, corrigindo os aspectos que achares necessário. Verifica se tem as ideias principais, se a ideia do autor está respeitada e se o texto se percebe bem. Por fim, aperfeiçoa a linguagem do texto: ortografia, construção de frases, etc.
Exemplo de um bom resumo:
  Texto – Lendas da Via Láctea
 A Via Láctea era imaginada como o caminho para casa de Zeus/Júpiter. Era também considerada o percurso desordenado da corrida de Faetonte pelo Céu, enquanto conduzia o carro do Sol. Os povos nórdicos acreditavam que a Via láctea era o caminho seguido pelas almas para o céu.
Na Escócia antiga era a estrada prateada que conduzia ao castelo do rei do fogo. Os índios primitivos acreditavam que a Via Láctea era o caminho que os espíritos percorriam até às suas aldeias, no Sol. O seu caminho é marcado pelas estrelas, que são fogueiras que os guiam ao longo do caminho.
 Resumo:
Existem várias lendas acerca da Via Láctea. São vários os povos, desde os Gregos, os Nórdicos e os Índios primitivos, que interpretam a Via Láctea como um caminho, um rio celestial ou como guia das almas até ao céu.
 Partindo dos exemplos que te demos, tenta agora fazer os teus próprios resumos.
 Deves usar  : As palavras-chave. As tuas próprias palavras. Uma linguagem objetiva e informativa.
 Não Deves:    Mudar a ordem das ideias. Fazer juízos de valor. Ultrapassar um terço das palavras do texto original.
 http://stacatarina.ccems.pt

 

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